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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

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Equipe de Obama parece até a turma petista: não encontra emprego de jeito nenhum! A culpa é da “educação”…

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Tadinhos! Parecem até os petistas expurgados dos cargos públicos pelo governo “golpista” de Temer e desesperados em busca de algum emprego (não confundir com trabalho). Haja ONG para essa gente toda! O sujeito se “preparou” a vida toda para ter uma teta estatal, para defender um estado maior, as bandeiras “progressistas”, repetir como o capitalismo é cruel, e depois fica assim, sem condições de arrumar um trabalho de verdade. Que coisa! Vejam a notícia:

Following President-elect Donald Trump’s victory and Republicans’ major electoral gains in November, outgoing Obama employees and loyalists to failed Democratic presidential candidate Hillary Clinton have found their job prospects in the District foundering, according to Politico.

“It feels like there are just thousands of us trying to find a job, and there are no jobs,” longtime Clinton aide Mira Patel, who worked for Clinton in her Senate, State Department and 2016 campaign offices, told the outlet.

Following Trump’s surprise victory Nov. 8, Democratic operatives no longer have some 4,000 presidentially appointed jobs for which to apply when the billionaire businessman takes the oath of office Jan. 20.

Clinton aides appear to be having a harder time, both emotionally and practically.

“There’s anger, there’s frustration, there’s anxiety, there’s burnout,” said Russ Finkelstein, a managing director at Clearly Next and longtime progressive career guru (including as a founding team member at the lefty jobs board Idealist.org) who has been counseling Clinton alumni.

“People are in shock,” said Anastasia Kessler-Dellaccio, 35, who quit her job at Sister Cities International to run Foreign Policy Professionals for Hillary. Some Clinton campaign workers say they’ve lost their bearings because they’re so rattled by the differences in Trump’s values from those represented by Obama and Clinton.

Kessler-Dellaccio added, “I think people, myself included, are trying to figure out, ‘How do I recalibrate my dreams?’”

Na pior das opções, essa turma de esquerda sempre poderá pleitear um cargo num veículo de comunicação da grande imprensa. O problema, claro, é que com menos verbas públicas fica mais difícil se sustentar, tendo de contar apenas com a audiência mesmo.

Uma reportagem da Folha hoje mostra que ainda existem alguns funcionários ligados ao PT em cargos do governo, mas que uma boa limpeza já foi realizada. Conclui-se que o governo brasileiro tem cargo demais! Precisa de um drástico enxugamento, de uma redução para valer. Como vimos acima, o governo americano, da maior potência do mundo, tem algo como 4 mil cargos desse tipo, contra mais de 20 mil no Brasil!

Os empregos disponíveis para esse pessoal são limitados, pois eles vivem numa bolha sem muita ligação com a realidade, com o mercado de trabalho. Podem ser funcionários do governo, “jornalistas”, membros de ONGs, militantes disfarçados de professores ou atores e atrizes em Hollywood. Fora isso, não há muita demanda por suas “qualificações” em empresas que efetivamente dependem da satisfação do consumidor.

Um excelente texto de James Bartholomew no The Spectator mostra justamente como o maior problema dessa elite aprisionada na bolha “progressista” é sua “educação”. Para tudo eles acham que a solução é mais “educação”, mas nunca se questionam qual educação. E essa predominante hoje tem servido apenas para repetir as crenças dos professores de esquerda, que enxergam o capitalismo como essencialmente maléfico e o papel do estado como messiânico. Diz o autor:

Why would anyone support Hillary Clinton — a ruthless, charmless Washington insider with socialist tendencies? Why do lawyers, churchmen, the BBC and, indeed, most educated people support the EU — an organisation as saturated with smug self-righteousness as it is with corruption; one which created the euro, which in turn has caused millions of people to be unemployed; an organisation which combines a yawning democratic deficit with incompetence over immigration and economic growth?

The elite are supposed to be educated. So why are they so silly?

Ah! There is a clue. That word ‘educated’. What does ‘educated’ mean today? It doesn’t mean they know a lot about the world. It means they have been injected with the views and assumptions of their teachers. They have been taught by people who themselves have little experience of the real world. They have been indoctrinated with certain ideas. Here are some key ones.

They have been taught that capitalism is inherently bad. It is something to be controlled at every turn by an altruistic government or else reduced to a minimum. Meanwhile the pursuit of equality is good. These are truly astonishing things for educated people to believe when the past 100 years have been a brutal lesson instructing us that the opposite is the case. The pursuit of equality brought the world terror and tens of millions of deaths along with terrible economic failure. In the past 30 years, by contrast, since China and India adopted more pro-capitalist policies, capitalism has caused the biggest reduction in poverty the world has ever known. You may know that, but it is not taught in schools. Schools actually teach that Stalin’s five-year plans were a qualified success! The academic world is overwhelmingly left-wing and the textbooks spin to the left. They distort the facts or omit them.

What the elite have been led to believe is that governments make things better. ‘Market failure’ is taught; ‘public-sector failure’ is not.

Ou seja, eles são doutrinados pela ideologia progressista, sob a ditadura do politicamente correto, e precisam aderir à “marcha das minorias oprimidas” de qualquer jeito, custe o que custar, pois é isso ou o ostracismo, o ódio alheio, o preconceito que supostamente não podem sentir dos outros (das minorias). E o resultado é uma legião de autômatos alienados que se julgam os mais esclarecidos do planeta, os “ungidos”, que olham com profundo desprezo para quem apoiou o Brexit ou Donald Trump.

Conclui o autor: “They are virtuous. They know best. They are the chosen ones. They have only a token belief in democracy. They expect and intend to prevail”. E quando eles fracassam, quando suas ideias são colocadas em prática e produzem baixo crescimento econômico, mais terrorismo, mais racismo, eles continuam culpando o “capitalismo”, os “ricos egoístas”. E quando isso não funciona e os eleitores os tiram do poder, eles ficam desesperados, em pânico, sem empregos disponíveis, a menos que sejam artistas já famosos e milionários ou professores com “tenure” (estabilidade garantida).

E agora? Quem vai empregar essa gente toda?

PS: É claro que a “peninha” que sinto deles é falsa. Pena mesmo eu tenho é de suas vítimas, daqueles que jamais votaram na esquerda e mesmo assim precisam pagar o preço por ser “governado” por tal mentalidade estatólatra, que produz mais desemprego e menos progresso.

Rodrigo Constantino

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Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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